sexta-feira, 23 de abril de 2010

I miss you.

E eu nem me deixei perceber o quão lindo você é. O quão linda você faz eu me sentir, e o quão especial foram todos os momentos que eu passei com você. E agora você está num lugar, talvez distante daqui... distante de mim. E eu sinto tantas saudades amor, tantas saudade daquilo que eu desejei perder. Saudades das risadas que você me fazia dar, saudades dos beijos e das nossas brincadeiras.
Só quero que saiba que nunca me esquecerei de você, nem de tudo que a gente viveu.
Eu te amo, obrigada por existir.

" Minha melhor invenção, acreditar que você vai estar pra sempre aqui... mesmo que eu saiba que não. "

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Muitos me chamam de idiota, por achar que um dia você será só meu. Outros por sua vez, dizem que estou tirando "proveito" da situação; outros me criticam, me chingam, dizem que sou mal-amada. Porém, o que poucos reconhecem é o que eu guardo no peito. Você tá cansado de saber que é você que eu quero pra vida inteira, amor. Você me pede tempo, me pede conselho, me pede distância, me pede pra ficar junto, me pede pra te esquecer, me pede pra nunca deixa-lo. E eu fico aqui, fazendo a tua vontade. Te agradando, que por vezes esqueço de mim. Mas não tem nada não; um dia, quem sabe um dia... a gente seja feliz como a gente planeja não é, amor? Foi você que disse!

"... não sou e nem quero ser o seu dono, mas é que um carinho as vezes cai bem. "

Engano.

Era uma manhã linda, calorosa. A musica já pulsava em meus ouvidos, a minha trilha sonora já estava tocando. Meu olhar - como sempre - muito distraido; nem vi que estava a beira de chegar. Até que algo chamou atenção de meus olhos, ela era fascinante. Tinha um estilo que me deixava muito curiosa, era de se admirar. Eu então apertei o passo, na esperança de poder saber quem era ela, da onde ela veio e o porque de estar aqui. Ela, por sua vez olhou pra trás, me viu. Seus cabelos era da cor de mel, e o vento bateu bem na hora... não pude ver seu rosto. Minha curiosidade se aguçou por completo naquele momento. Eu então corri mais, algumas pessoas passaram por mim como se não fossem nada. Meu olhar era fixo e minha expressão seria. Até que ao atravessar a rua, um ônibus freiou, a distância era minima. Ela então parou, se assustou; apertou sua bolsa contra o peito, e olhou pro lado... Eu estava lá, consegui ve-la. Dei um olhar do tipo "Oi! Quer ser minha amiga? " e sorri. Ela, me mediu de cima a baixo e retribuiu, "Não, obrigada." Eu fiquei desnorteada - mais uma vez - e ri de mim mesma naquele momento. Ela saiu correndo e sumiu em meio as pessoas. Eu segui para o lugar destinado, e fiquei refletindo sobre o que acabará de acontecer ali... -

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Antes dava uma vontade insaciavél de rir. De ver o quanto ela é boba, do quanto ela não era suficiente pra você. Mas agora, vendo isto de fora, eu percebo o quão boba sou eu, por acreditar nas tuas falsas promessas. O quanto eu não sou suficiente pra você, ao ponto de não te fazer esquece-la. E, ao lembrar do nome dela; ao ouvir vocês dois e não nós dois a vontade insaciavel de rir, como num piscar de olhos, se transforma na vontade louca de chorar, gritar, morrer, e sumir.

Que se foda.

E mais uma vez, eu estou aqui, sofrendo. Por algo que eu sabia que sofreria. Por algo que definitivamente não vale a pena sofrer. Mas eu estou aqui, e continuarei aqui até não me restar mais forças, até não me restar nada.